quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011


De passagem

Tenho medo, medo de nada dar certo daqui pra frente
Toma conta da minha alma...
A vida tem sido muito difícil pra mim
Eu sinto que cresci
mas não consigo sentir isso de verdade no di-a-dia sem ti
Minha pele se arrepia em vertingens, vou desabar
Pegue a minha mão ou me abrace porque me sinto frágil e sem forças pra voar
Minto pra mim mesma que naun posso, grito ardente que naun dá
Preciso de um ombro amigo, alguém pra  me ajudar
Sei que não adianta lamentar por coisas que passaram
e nem me preocupar com o que tem por vir
Sinto lá no fundo otimismo no meu coração
Já refleti
Preciso de mim nessa,
preciso surreal quebrar tal corrente,
congelada descobrir novos rios
Libertar esse meu coração carente
Soltar eu que se enquadra, dizer para o mundo quem sou
E assim eu vou
Levando o abismo para passear
Procurando uma maneira de meus medos superar
Que venha um broto eu florescer novos mundos
vou conhecer.

Evelin de Assis e André Peixoto

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O tempo e você

Não há tempo pra parar
Nunca imaginava te conhecer
Muito menos te adorar
Mas foi Deus quem me enviou você.

A amizade era certo se transformar
Nunca pensei em ter você aqui
Minhas lembranças ninguém pode apagar
Nem tudo de bom que contigo aprendi.

As cicatrizes fazem parte da sua história
Feliz eu fico por poder te escutar
Você vale mais para ficar só na memória
Agora você pode comigo voar.

Quero crescer junto com você
Não sustentar falsas histórias
Mas viver em função de cada amanhecer
E com amor conseguir a vitória.


         Evelin de Assis

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Cansaço do mundo

O cansaço me persegue e com ele a solidão
Meu coração não resiste
É por essas emoções
Como se o mundo me excluísse.

Mas sei vou supera
Agora eu si da minha capacidade
De aprender a continuar
E nunca perder a vontade.

O mundo não sabe, mas voltei a compor
Voltarei ao meu ponto de partida
Já aprendi a me impor
Agora já tenho uma saída.

Viver o dia  como se fosse o ultimo
Cantar bem alto que é pro universo ouvir
Pois cada segundo é único
Agora eu vou, e ninguém vai impedir.

Evelin de Castro
Velho coração


Ah, se eu soubesse dar valor ao que tenho
Ao amor que as pessoas têm por mim
Por isso meu coração parece como um livro velho
Que transcrevem histórias de contos sem fim.

Ah, velho coração, se soubesse como já fui feliz
Não essa dramática poetisa sem um amor
Mas uma garota normal que conseguiu sorrir
Não esta, que agora só convive com a dor.

Sonetos meus já não são os mesmos sem ti
Não mais aqueles que um dia me contagiavam
Nem aqueles que te faziam me ouvir.

Sou, agora, uma mera garotinha que gosta de escrever
Ainda tenho medo do mundo e de tudo
Mas ainda continuo querendo te ver.

Eve

Olá!
É agora!
Tenho certeza!
O que eu fiz?!
Você não fez nada... ainda!
Por que?
Não importa o porque... nem saber a causa pode impedir o efeito
Já foi posto em movimento
Desde o começo
Muito antes de qualquer escolha ser dada!
Oh my God!
Yo no compriendo
Compreensão é inútil quando se está diante de um todo degenerado....
Qualquer entendimento será das partes seccionadas, desmenbradas da máquina!
Só o que resta
Ya estoy entendiendo
Só o que virá num último lampejo...
É que somos olhos cegos...
Olhando estrelas que não mais existem...
Falando efêmeros num sonho...
Andando por ai, seja lá onde...
Para o indefinido e aquém.

Evelin de Castro e André Peixoto
Medo

Tenho medo de errar
De não mais ter o seu amor
Temo não mais me apaixonar
E também de conviver com essa dor.

O medo é o sentimento que me faz desistir
Aquele que mexe com minha estrutura
Mas não é maior que minha vontade de ti
De ir ao encontro da sua doçura.

Ah, meu amor! Porque fica tão longe de mim?
Não sei enxergar mais ninguém
Será que o amor deixou de existir?
Eu preciso tanto de alguém!

Pense, agora, estamos vivos ainda
Para que possamos estar juntos
Estarei aqui, esperando sua vinda
Provando que o amor existe pra esse mundo injusto.